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Juara/MT - 20 de Agosto de 2017
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Sonega√ß√£o de impostos chega a R$ 30 bilh√Ķes em Mato Grosso

Imagem:Reprodução


 Karine Miranda, repórter do GD


Aproximadamente R$ 30 bilhões foram sonegados em impostos em Mato Grosso, montante que compõe a dívida ativa do Estado. O valor é equivalente a dois anos e meio de arrecadação da receita tributária própria do Estado, que gira em torno de R$ 12 bilhões anuais.Do total sonegado, R$ 3 bilhões são devidos pela empresa Santa Cruz Indústria e Comercio de Produtos Agrícolas, de acordo com o procurador-geral do Estado, Rogério Gallo. A empresa seria de fachada, pois não foi identificado patrimônio e os donos registrados também não possuem bens para que o Estado possa cobrar os impostos e taxas em atraso.

“Ela prejudicou o fisco de Mato Grosso e prejudicou o fisco de São Paulo, porque todas as operações eram de São Paulo. Gerava créditos lá, transferia para empresas paulistas e esse crédito com essas empresas paulistas diminuía a arrecadação do ICMS também do Estado de São Paulo”, disse Gallo, em entrevista a rádio CBN, na quinta-feira (04).Gallo afirmou que uma equipe de procuradores já está atuando exclusivamente neste caso e que eles vão a São Paulo obter mais informações. Além da empresa, há inúmeros empresários que usam a sonegação para obter benefícios e desequilibrar o mercado e cofres do Estado, segundo Gallo.

“Temos enorme desafio com os débitos já sonegados. Tem sonegação em andamento também. Isso é inegável, em todas as esferas. O fisco tem que estar sempre diligente para que isso não ocorra”, disse.O maior problema, segundo Gallo, é que o Estado demorava quatro anos para enviar um débito constituído para a dívida a ativa. Desse modo, quando a Procuradoria iniciava a execução fiscal, a empresa já estava fechada.“Isso resolvemos com uma lei que estabelece que um débito constituído não pode ficar parado na secretaria de Fazenda sem qualquer efetividade. Hoje a Fazenda tem seis meses para encaminhar o débito para a procuradoria”, disse.

Foco na atuação – Gallo lembra que, até o começo do ano, o quadro de recursos humanos na procuradoria era reduzido e, por isso, foi iniciado um trabalho focado. O objetivo era identificar as dívidas oriundas de sonegação, de crime organizado, e dos devedores eventuais do Estado.“De um lado, precisamos usar toda a força do Estado para fechar o cerco e não permitir que ele [o devedor] se evada. De outro, oferecer solução. Temos que trabalhar para a fraude não acontecer. Nosso desafio é chegar a tempo”, encerrou. 

 

 




Fonte: Gazeta Digital
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