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Juara/MT - 24 de Junho de 2018
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CPI criada na c√Ęmara come√ßa ouvir prefeita e secret√°rios de Juara nesta quarta-feira (20)

 As oitivas feitas pelos vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a prefeita de Juara Luciane Bezerra (PSB), acusada pelo Ministério Público Estadual de fraudar licitações, começaram esta manhã. A presidente da CPI, Ulliane Macarena (PMDB) disse que serão ouvidos o diretor de Serviços Urbano, Carlos Nunes, presidente da comissão de licitação, Antônio Mota e o secretário de Cidade, João Candido.“Terminando essas oitivas já vamos fazer um relatório prévio das análises dos documentos das licitações da empresa de coleta de lixo. Após isso, entraremos em recesso e retomaremos os trabalho em fevereiro. Serão selecionadas outras licitações para serem analisadas. Ainda não definimos se esse relatório prévio será apresentado aos vereadores ou se deixaremos tudo para o final”, afirmou Macarena.


A  CPI investiga dispensas de licitações para contratação de empresa para prestação de serviços de coleta resíduos sólidos urbanos e serviços de limpeza urbana via secretaria municipal de Serviços Urbanos, de empresa de agência de publicidade para prestação de serviços de produção de imagens em foto, vídeos, textos, áudios e entrevista institucionais e vinculação em mídias como rádios, Tvs, sites, jornais, panfletos e serviços de internet em atendimento ao gabinete.Duas cartas convites para prestação de serviços de locação de palco, sonorização, iluminação, tendas, locução e animação para realizar eventos comemorativo do carnaval do município, deste ano, em atendimento à secretaria municipal de Turismo e Lazer. A outra contratou fornecedor do ramo para fornecimento de peças para manutenção da frota de veículos e maquinários da secretaria de Transportes e Divisão de Urbanismo.Conforme Só Notícias já informou, Luciane Bezerra teve os bens bloqueados pelo Ministério Público Estadual, no valor de R$ 180 mil após ser acusada de fraudar licitações. Além dela, também tiveram indisponibilidade de bens, solidariamente, o chefe de gabinete da prefeitura, Antônio Batista da Mota, uma empresa do ramo de publicidade e seu proprietário. A medida cautelar buscou assegurar o ressarcimento de supostos prejuízos sofridos pelo erário.

 

 




Fonte: Sonoticias
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