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Juara/MT - 22 de Setembro de 2018
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Hospitais rejeitam redução de repasses e ameaçam suspender atendimentos pelo SUS em MT

 Três hospitais filantrópicos de Cuiabá, que oferecem atendimento na UTI pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ameaçam paralisar os atendimentos nessas unidades a partir da próxima segunda-feira (19). O motivo para a decisão, seria uma portaria da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), que diminuiu o valor e a forma de repasse do dinheiro para leitos de UTI destas unidades.As unidades de saúde que serão afetadas com a decisão são o Hospital Santa Helena, Geral Universitário e a Santa Casa de Misericórdia. Os três hospitais ameaçam a não mais atender pacientes que necessitar de atendimento de urgência nas UTI’s.De acordo com a portaria da SES-MT, o valor de cada leito de UTI, sofreu uma redução dos atuais R$ 1500,00, para R$ 1.200,00. Além disso, o repasse que era feito no mês subsequente ao vigente, agora passará a ser pago a cada 90 dias.A decisão gerou revolta nos representantes das casas de saúde, que assinaram o termo de paralisação. O vice-presidente do Sindicato dos Hospitais Filantrópicos de Mato Grosso, e diretor da Santa Casa, Antônio Presa, diz que todas as ações do governo são em desfavor dos hospitais.“Todos esses movimentos que foram feitos, sempre foram em prejuízo aos hospitais. Sempre diminuiu o dinheiro dos hospitais, e assim é impossível da gente trabalhar. Até quando serão feitas portarias e mais portarias, empurrando goela abaixo para os hospitais, que só sabem da existência da portaria, quando já está publicado. Não dá pra gente trabalhar desta maneira, então nós estamos comunicando com antecedência, para ver se sai uma decisão quanto a isso”, desabafa.A Santa Casa atende mensalmente cerca de 7 mil pacientes que, por conta da decisão, serão prejudicados. Ele pontuou que, além dos atendimentos nas UTIs, cirurgias de alta complexidade serão ser realizadas. “Tudo aquilo que depender de atendimento da UTI ficará paralisado. Não temos condições de fazer uma grande cirurgia, se não tivermos o respaldo do leito da UTI. É sempre a mesma coisa e nunca se resolve o problema, é nota pra lá e pra cá e isso precisa acabar. Os hospitais  já estão com a língua de fora, isso é o fato”, lamenta.


 





Fonte: Folhamax
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