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Juara/MT - 18 de Janeiro de 2018
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Polícia Federal deflagra mais uma fase da Ararath e cumpre mandado contra José Riva

  Paulo Victor Fanaia Teixeira - Wesley Santiago 


 

Em sua chegada à ALMT, José Riva informou que "foram apreendidos documentos da Ararath, coisas que até devem ter sido apreendidas. Não tenho condições de avançar muito porque o processo corre em segredo de Justiça. A operação foi lá em casa e no escritório. Nós oportunizamos para que eles verificassem tudo. Da minha casa não levaram nada e no escritório apreenderam alguns documentos".Riva ainda afirma que a ação tem a ver com a colaboração premiada do empresário e pecuarista Avilmar de Araújo Costa: "Creio que é em relação a este depoimento, que cita uma situação que ainda não tenho domínio. Sempre me coloquei a disposição, todos os documentos estavam por lá, não tem sentido esconder". A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13), mais uma fase da ‚ÄúOperação Ararath‚Äú, em Cuiabá. Agentes estariam cumprindo mandados de busca e apreensão contra o ex-deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), José Geraldo Riva. 

Segundo as informações preliminares, os agentes estariam buscando documentos na casa e no escrítório do ex-presidente da Assembleia Legislativa. A assessoria de imprensa da Polícia Federal ainda não repassou detalhes sobre a ação. A ação com base na delação premiada de um dos investigados no processo.Em entrevista na saída de sua residência, o ex-deputado confirmou a ação: "Teve busca e apreensão. Estou indo até a Assembleia Legislativa (ALMT) agora, vou depor em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Lá eu falo sobre o que está acontecendo”.A “Operação Ararath” é produto de uma atuação conjunta envolvendo o Ministério Público Federal, o Supremo Tribunal Federal, a Justiça Federal e a Polícia Federal, e investiga um complexo esquema de lavagem de dinheiro – cuja estimativa de movimentação ultrapassa R$ 500 milhões – para o ‘financiamento’ de interesses políticos no Estado. Uma lista apreendida pela PF aponta que pelo menos 70 empresas utilizaram ‘recursos’ oriundos de esquemas fraudulentos de empréstimos.

A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 12 de novembro de 2013, quando a Polícia Federal cumpriu 11 mandados de busca e apreensão para coletar provas materiais e dar continuidade as investigações de um suposto esquema de lavagem de dinheiro e agiotagem. Entre os locais “batidos” pela PF estavam a cobertura de luxo de Júnior Mendonça, principal nome das investigações, no condomínio Maison Paris, em Cuiabá, e postos de combustíveis da rede Amazônia Petróleo, da qual ele é sócio.

 

Mendonça era sócio proprietário da factoring “Globo Fomento Mercantil”, empresa que, segundo a PF, foi usada como fachada para negócios de agiotagem e lavagem de dinheiro. Todas as transações financeiras supostamente ilegais eram movimentadas através de contas da factoring e da rede Amazônia Petróleo.Segundo o órgão federal, já foram bloqueados R$ 300 milhões em bens dos investigados e réus das 28 ações penais abertas na Justiça Federal em Mato Grosso, dos quais R$ 157 milhões já retornaram ao erário.

 Outras 45 investigações seguem em andamento e a tendência é que outras sejam instauradas em 2018, com a delação premiada do ex-governador do Estado Silval da Cunha Barbosa, “que passou 21 meses preso acusado de crimes contra a administração pública”, aponta o MPF.

 

 




Fonte: Olhar Direto
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