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Juara/MT - 22 de Setembro de 2018
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Ministro Blairo afirma que agro não pode pagar a conta das falhas no combate à sonegação

 Gilberto Leite


 

O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) afirma que o governo estadual deve combater os sonegadores de impostos ao invés de taxar o agronegócio, como é cogitada no Fundo de Estabilização Fiscal. “O agro não pode pagar a conta de uma ineficiência de um sistema ou do sistema que está corrompido”, dispara o progressista antes do evento Gazeta Agro, realizado nesta segunda (12), no Cenarium Rural.

Blairo afirma que se acabasse com a prática de sonegar impostos, inclusive do setor, que aproveita para retirar mercadorias como se fosse para exportação, para destinar ao mercado interno, onde têm tributos a serem pagos, o Estado teria uma arrecadação mais eficiente. “Não concordo em que o agronegócio não gera receita para Mato Grosso, gera e muito”, sustenta.Em fevereiro, a Delegacia Fazendária (Defaz) cumpriu mandado contra a gerente financeira de uma das empresas investigadas na ação que resultou em 18 pessoas indiciadas no esquema de sonegação de mais de R$ 140 milhões em ICMS ao Estado. As diligências são desdobramentos da operação “Crédito Podre”.Sobre o Fundo de Estabilização, o ministro defende que o governo converse com os setores que podem contribuir mais e outros menos. Mas evita comentar sobre o assunto, haja vista que não tem conhecimento. “Obviamente que todo mundo não vai querer entrar sem reclamar”, frisa.

O governador Pedro Taques (PSDB), por sua vez, afirma que não defende a taxação do agronegócio, no entanto, a União precisa fazer sua parte acerca da desoneração das commodities para exportação. “A união nos dá uma merreca. A União precisa criar um fundo para compensar a desoneração. Não apenas com FEX”, sustenta o tucano, defendendo que o Estado receba R$ 5 bilhões por ano da desonerarão da Lei Khandir.Em relação ao Fundo, Taques diz que várias entidades concordaram com a proposta. Cita os atacadistas, materiais para construção, setor do álcool e frigoríficos. “O diálogo ele tem que terminar depois que ficarmos roucos. Estamos conversando com vários setores para que possa ser resolvido”, sustenta o chefe do Executivo sem prever uma data para pagamento.

A previsão é que o fundo tenha duração de dois anos, para fazer frente à crise econômica. Segundo o governo estadual, a previsão de arrecadação é de R$ 500 milhões por ano. A proposta precisa ser encaminada à Assembleia, para apreciação dos parlamentares.




Fonte: RDNEWS
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