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Juara/MT - 19 de Junho de 2018
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Taques chama FEX de "merreca", mas é contra taxação do agronegócio

 LEONARDO HEITOR 


 

O governador Pedro Taques afirmou aos jornalistas nesta manhã, durante um evento em Cuiabá, que o Governo Federal está “devendo” ao Estado. Ele sugeriu a criação de um fundo para compensar as perdas relativas a Lei Kandir e pediu o pagamento do Fundo de Apoio às Exportações (FEX) de 2018 ainda no primeiro semestre deste ano.“Defendo que a União crie um fundo para compensar a desoneração da Lei Kandir. Os commodities para exportação, são desonerados. Precisamos ser recompensados, não apenas com o FEX, mas com um fundo. Não com R$ 500 milhões por ano, mas sim R$ 5 bilhões, que é o que temos direito. Com este novo fundo, resolveríamos os problemas do Estado e dos municípios. O Brasil precisa olhar de forma diferenciada para o Mato Grosso”, afirmou Taques.

O governador, que chamou o FEX de merreca, afirmou ser contrário a taxação do agronegócio. Taques também criticou o Governo Federal, dizendo que a União não contribui em absolutamente nada com o estado e citou o exemplo das estradas mato-grossenses.“Sou contrário à taxação do agronegócio, mas sou favorável de que a União faça sua parte. Ela nos dá uma merreca do FEX. Nós contribuímos muito e seguramos a balança comercial para o Brasil e o país não contribui em absolutamente nada com o Estado de Mato Grosso. Em dois anos e meio, fizemos 2.600 quilômetros de estrada e a União não fez nem 100 quilômetros, o que prova que o Governo Federal está devendo ao Estado de Mato Grosso”.

Durante o evento, em seu discurso, Taques questionou ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a possibilidade de que o Governo Federal pague o FEX ainda no primeiro semestre deste ano. Ele citou o apoio de entidades como a Frente Parlamentar de Agricultura do Congresso Nacional (FPA), presidida pelo deputado federal Nilson Leitão (PSDB). “O fundo de exportação, todo ano, é pago no último dia e os governadores ficam chorando atrás do senhor. Então vamos começar a chorar desde agora. Não há nada na legislação que proíba o pagamento do FEX no primeiro semestre. Precisamos deste dinheiro do FEX. São R$ 550 milhões para Mato Grosso. A FPA apoia esta demanda. Se a União puder pagar o FEX ainda no primeiro semestre, para nós seria maravilhoso”, afirmou.

SEM GARANTIA

Meireles retrucou em tom de brincadeira, de que vai tentar raspar o caixa e “chorar” no Ministério da Agricultura, com o ministro Blairo Maggi. Depois, disse que o assunto pode ser discutido, mas que a prioridade do Governo Federal, neste momento, envolve a questão da segurança pública.“Nós vamos analisar com os demais ministérios da área econômica e também com o Tesouro Nacional pra ver exatamente as disponibilidades dentre as prioridades do país. Temos agora a prioridade muito grande que é a questão da segurança. Houve a intervenção federal no Rio de Janeiro, um problema de segurança no país como um todo, que o governo está enfrentando”, disse.Em relação ao aumento da participação do Estado no FEX, declarou que não é uma atribuição que cabe ao poder executivo. "É uma definição legal e que qualquer mudança tem que ser aprovada no Congresso Nacional", assinalou.

 

 

 




Fonte: Folhamax
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