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Juara/MT - 18 de Julho de 2018
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Deputado de MT aciona Pedro Taques por se promover 'inaugurando' obra inacabada

Imagem:João Vieira


 Um dia depois de participar da entrega da obra física do novo Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac) de Cuiabá o governador Pedro Taques (PSDB) foi acionado na Justiça sob acusação de ter burlado a legislação eleitoral ao “inaugurar” o prédio, mesmo com a obra ainda inacabada. A ‚Äú"visita" do tucano às obras foi realizada na manhã desta terça-feira (3) e gerou polêmica no mesmo dia porque o convite divulgado por sua equipe falava em inauguração. Por sua vez, Taques alegou que o anúncio dizendo que a obra seria inaugurada foi "equivocado".A representação eleitoral por conduta vedada foi movida nesta quarta-feira (4) pelo deputado estadual Zeca Viana (PDT), por intermédio do escritório Cyrineu & Silva Advogados.Na ação, que tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), o parlamentar afirmou que o ato de inauguração promovido por Taques “causa espanto”.


“A obra em questão não está definitivamente finalizada, ou seja, o governador do Estado deliberadamente se antecipa, cria uma situação politicamente favorável, para nitidamente burlar o lapso temporal das condutas vedadas, apresentando à população uma obra que será finalizada em 90 (noventa) dias, como assaz reportado pela mídia local”, diz trecho.Zeca Viana apontou que Taques usou da incansável comitiva que o acompanha em todo ato do Governo, além de servidores do Gabinete de Comunicação, para inaugurar uma obra inacabada, visando atrair a atenção da população, “para, em clara fraude à lei, realizar promoção pessoal ao arrepio do §1º do artigo 37 da Constituição Federal, quebrando a necessária paridade de armas na disputa”.“A situação é tão vexatória, mas tão ridícula, que um dos tabloides publicou a matéria com o seguinte título ‘Taques recebe obra física do Cidrac e nega evento eleitoreiro’, ironizando a recente ‘agenda cheia’ do gestor que notoriamente é conhecido por não ter feito nada em sua gestão”, de acordo com trecho extraído da representação.“A conclusão que se extrai disso tudo é a de que os outros candidatos só podem começar a campanha eleitoral no tempo pré-estabelecido pela legislação eleitoral (após 15 de agosto de 2018), enquanto o gestor Representado, o qual deveria ser um exemplo de moralidade administrativa e de impessoalidade, inicia sua campanha extemporaneamente, rasgando - e mandando às favas - a legislação pátria”, afirma a ação.

 

Outro lado - O governador Pedro Taques foi procurado, por meio da assessoria de imprensa, mas por enquanto não houve um posicionamento sobre o assunto. (Com assessoria)




Fonte: Gazeta Digital
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